Saúde e Cuidado

Desidratação: como identificar se o seu pet está desidratado e o que fazer nesses casos?

(Imagem: Shutterstock)

Assim como acontece com os humanos, cerca de 80% do corpo dos cães e gatos é composto por água. A desidratação é um sintoma da falta de líquidos e eletrólitos, que são fundamentais para o funcionamento adequado das células do organismo.

A desidratação pode ocorrer em tempos de calor excessivo ou nos casos em que o animal apresenta vômitos ou diarreia constante: a perda dos líquidos leva à desidratação com consequências fatais caso não tratadas a tempo.

 

Um quadro de desidratação pode levar à morte em pouco tempo. Uma lógica para entender como a desidratação em um cachorro ou gato é muito grave: basta lembrar que o porte dos cães e gatos é menor que de um ser humano, logo, qualquer perda de líquido pode ser grave e colocar a vida do animal em risco.  A desidratação pode levar um humano à morte em poucos dias e um cachorro ou gato pode morrer em poucas horas de estiver desidratado.  

Sem água, não ocorre funcionamento adequado das células do organismo e isso gera o comprometimento do funcionamento adequado dos órgãos internos. Em tempos de calor, principalmente no verão, é importante ficar atento à ingestão de água pelo seu cachorro ou gato: sempre disponibilizar um “cantinho” com sombra e água fresca é fundamental!

Cachorros e gatos podem, sim, ficar desidratados se não beberem água o suficiente durante as épocas quentes do ano.  Se estiver tudo bem com a saúde dele e a água sempre fornecida à vontade, ele irá se encarregar sozinho de se manter hidratado.

Outros motivos que são importantes causas  para a ocorrência de um quadro de desidratação entre os cães e gatos são devido à perda de líquidos, através de vômitos ou diarreias causadas por diversos motivos, como nos quadros de parvovirose, por exemplo.

 

Como saber se o seu cachorro ou gato está ficando desidratado

(Imagem: Shutterstock)

Principais sintomas que você pode observar se suspeitar de que o seu pet está ficando desidratado.

  • olhos “fundos” e perdendo o brilho natural;

  • letargia : o cachorro ou gato fica mais "lento" ou “tristinho” e locomove-se devagar;

  • falta de apetite ou o pet para totalmente de se alimentar;

  • imobilidade: ele não levanta ou anda sozinho nos casos graves.

Nem sempre o focinho é um bom indicador de desidratação. O melhor é examinar as gengivas do cão ou gato, já que, quando desidratados, tornam-se mais ressecadas. Outro sinal de que um cão está desidratado que pode ser observado em casa é através de um simples teste do “puxão de pele”: puxe suavemente  a pele do animal na região do abdômen ou um pouco abaixo do pescoço. Em cães hidratados, ela deve ter o tônus normal e voltar rapidamente para o lugar. Nos quadros de desidratação, a pele demora um pouco para voltar. Quanto mais severa a desidratação, mais demorado será o tempo para a pele voltar ao normal. 

No vídeo abaixo, veja como fazer essa avaliação passo a passo, com as dicas do EHow. O vídeo está narrado em inglês, mas você pode acionar as legendas nas configurações do YouTube.

 

(Vídeo: YouTube. Acesso em 06.01.2014)

 

Tratamento da desidratação dos cães e gatos

Seja qual for o motivo da desidratação do seu cachorro ou gato, é muito importante procurar um veterinário com urgência: esse sintoma mata em pouco tempo.

O quanto antes for detectada a desidratação, melhores são as chances de recuperação. Em casos mais brandos, a solução caseira de soro fisiológico administrada diretamente na boca do animal pode resolver o problema.

Nos casos mais graves de desidratação, pode ser necessária atenção veterinária especial: internamento para a fluidoterapia, que é a administração do soro e eletrólitos, como sódio e potássio, por via oral ou intravenosa/subcutânea são administrados, essenciais e necessários para a recuperação do animal desidratado.

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(Equipe AgendaPet)

 

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